sábado, 10 de dezembro de 2011

Entendo a teoria Reuven Feuerstein, e o conceito de plasticidade neuronal

A mediação pedagógica, fundamentadas pelas Teorias de Reuven Feuerstein, um psicólogo e teórico que preocupou-se com a sistematização dessa ação mediacional do professor e serve como embasamento do trabalho  desenvolvido junto a alunos com necessidades educacionais especiais na Sala de Recursos Multifuncionais.
Plasticidade cerebral é a capacidade de modificação ou reestruturação das estruturas mentais ocorridas através da mediação recebida pelos sentidos do ambiente em que o sujeito se encontra. O conceito de plasticidade neuronal trouxe um grande significado para meu trabalho em Sala de Recursos, onde pude perceber a importância do processo de mediação que é base do trabalho do Atendimento Educacional especializado.
Acredito que todo sujeito que receber estímulos por meio de um mediador, pode transcender ou modificar os processos mentais; o que vai mudar de um individuo  para outro é o tempo e a quantidade dos estímulos que necessitará para que essa modificação das estruturas aconteça.
Para que a mediação aconteça é necessária a presença dos estímulos e do mediador, além da aceitação a esses estímulos pelo sujeito mediado.  Refletindo sobre o esquema S-H-O-H-R,  percebe-se que os estímulos recebidos através da mediação do professor sobre o sujeito mediado traz respostas desse sujeito, no caso o aluno. Assim se dá o trabalho do Atendimento Educacional Especializado, onde os estímulos (S)  provocados pelo professor-mediador (H) ao aluno-mediado (O) e este responde através da modificação das estruturas mentais (R). Todo sujeito apresenta um desenvolvimento cognitivo, que vai evoluindo com as fases de crescimento e desenvolvimento humano, desenvolvimento natural que não explica a plasticidade cerebral. Alguns, no entanto apresentam atraso nesse desenvolvimento natural, devido a diversos fatores como: deficiências, problemas genéticos, carências nutricionais, problemas decorrentes do parto. Indivíduos com esses atrasos necessitam de uma maior quantidade de estímulos para que ocorra esse desenvolvimento cognitivo e a modificação de estruturas mentais.
Minha atividade do Curso Educação Especial e Atendimento Educacional Especializado. Universidade Federal de Uberlândia. 2011.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Minha opinião sobre a Teoria da Experiência de Aprendizagem Mediada de Feuerstein

A Teoria da Experiência de Aprendizagem Mediada, representada pelo esquema S - H - O - H - R (estímulo, mediador mediado, mediador, resposta), explica que a modificação das estruturas mentais, acontece por meio da mediação, onde o professor propicia, explora e estimula os potenciais dos alunos por meio de estratégias utilizando os sentidos a fim de desenvolver suas potencialidades.
Essa teoria explica em termos teóricos o trabalho desenvolvido no Atendimento Educacional Especializado, onde a prática pedagógica é baseada na mediação que o professor do AEE realiza junto aos alunos com deficiências. Em termos práticos, consiste numa situação de ensino e aprendizagem caracterizada pela presença de um mediador, no caso o professor, que através dos diversos recursos e estímulos tenta obter uma resposta do sujeito mediado, no caso o aluno.
 A mediação da aprendizagem consiste numa situação de aprendizagem onde o professor mediador, serve de elo entre o saber e o aluno, por meio da problematização, superação de desafios, estimulação de potencialidades a fim de obter respostas e mudar as estruturas cognitivas e mentais dos mesmos.
Atividade do curso Educação Especial e Atendimento Educacional Especializado da Universidade Federal de Uberlândia.2011

Baixa visão e cegueira

Alunos com baixa visão
Atividades da Vida Diária (alimentação, higiene, vestuário)
Uso de ferramentas de comunicação (leitores de tela no computador)
Adaptações em alto relevo.
Produção de textos em formato digital e áudio-livro.
Ensino do uso de recursos ópticos e não ópticos.
Adaptações em tinta.
Estimulação visual.
Ampliação de caracteres.
Produção de materiais em alto contraste visual.
Referências Bibliográficas:
BRASIL, SEESP MEC. Política de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, 2008.