quarta-feira, 30 de abril de 2014


O trabalho com aluno com  baixa visão, baseia-se no princípio de estimular a utilização plena do potencial da visão e dos sentidos remanescentes, bem como a superação de dificuldades e conflitos emocionais. SEESP-MEC, 2007.

sexta-feira, 25 de abril de 2014


O primeiro è procurar informação e orientação para ter alguma noção do autismo que ajude a compreender o problema.
A informação permite orientar a família e aos alunos da serie ou turma para ter uma visão comum.
Algumas dicas que freqüentemente compartilhamos com os professores e ajudam a ter um contato com as crianças com TEA são:
• Pedir as famílias um relatório dos interesse, preferências e coisas que causam desagrado a cada criança.
• Utilizar preferências e materiais de agrado para a criança na aula e o pátio para estabelecer um vinculo com a escola e as pessoas do ambiente escolar.
• Trabalhar por períodos curtos(5-10 minutos) em atividades de complexidade crescente(incorporar gradativamente mais materiais, pessoas ou objetivos).
• Falar pouco, somente as palavras mais importantes ( geralmente um autista não processa muita linguagem cada vez).
• Utilizar gestos simples e imagens para apoiar o que `e falado e permitir a compreensão( os autistas são mais visuais que verbais)
• Desenvolver rotinas que a criança possa predizer ou antecipar(pela repetição e com o apoio de imagens que mostram o que vai ser feito no dia)
• Estimular a participação em tarefas de arrumar a sala, ajudar a entregar materiais as outras crianças, etc.
• Entregar objetos no canal visual ( o adulto deve ter o objeto na mão frente aos olhos para que a criança possa pegar o objeto tendo o rosto do adulto dentro do seu campo de visão).
• Respeitar a necessidade de estar um momento sozinho, de caminhar ou dar saltos ou simplesmente perambular para se acalmar(pode ser utilizado como premio apos uma atividade)
• Tente conhecer as capacidades de cada criança para utiliza lãs como entrada para as atividades de ensino (pintar, recortar, etc.)
• Evite falar muito, muito alto e toda situação que envolva muito estímulo (pode ser ate nocivo para a criança)
• Pergunte sempre como foi a tarde ou o dia anterior, a qualidade do sono ou se houve alguma alteração da rotina para se antecipar a estados emocionais de ansiedade. Em caso de ansiedade procure utilizar elementos de interesse e preferência da criança , com menor exigência para não ter birras ou maior ansiedade.
Em caso de birras e importante ter algum conhecimento de técnicas de modificação de conduta ( time out, desvio de atenção, etc.), mais o primeiro e não se apavorar, tentar oferecer outros objetos e no caso de não conseguir acalmar a criança, explicar a turma que esta acontecendo e desenvolver atividade com o grupo em outro lugar e dar a possibilidade da criança com TEA de se acalmar.
Fonte: www.centrodynamis.com.br/saiba-mais/18/autismo

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Estratégias para facilitar a leitura de crianças com deficiência e disfunções

A leitura é uma atividade que faz parte do cotidiano de crianças (pelo menos deveria fazer!), seja comoatividade educacional ou de lazer.  E, independente da finalidade da leitura, uma coisa é certa: para que esta seja uma atividade ativa para crianças com disfunções e/ou deficiências são necessárias adaptações.
Aqui estão estratégias para usar e ajudar a facilitar a participação/compreensão da criança com disfunção e/ou deficiência durante a leitura:
Escolha livros que são cognitivamente apropriados para a idade da criança ou grupo
Preste atenção, não estamos falando de idade cronológica, estamos falando de desenvolvimento cognitivo.  Se a criança de 10 anos está funcionando cognitivamente como uma criança de 2 anos, escolha um livro apropriado. A temática pode até ser para uma criança de 10 anos, mas é necessário adaptar a história para as capacidades e necessidades cognitivas de uma criança de 2.
Sempre dê escolhas, pergunte que livro a criança quer ler . Motivação e interesse são fundamentais!
Use elementos visuais e manipuláveis
Por exemplo, você pode usar fotos/imagens dos personagens e elementos centrais da história. As imagens podem ser encontradas na internet ou feitas por você. Elementos manipuláveis podem incluir objetos do cotidiano, como uma garrafa que representa o personagem principal, um pedaço de tecido ou folhas do jardim. Explore a sua imaginação e a da criança, à medida que torna para ela a história mais palpável, mais compreensível.
Importante: não use muitos elementos​​, pois o excesso pode se tornar uma distração e não ter o efeito esperado que é estar focado na história. Fique com elementos- chave que você pode usar ao longo da história.
Faça perguntas, dê escolhas, estimule pensamentos criativos
Para uma criança com disfunção cognitiva significativa, você pode começar perguntas simples relacionadas a história e aumentar a complexidade. Se a criança tem dificuldade em responder às perguntas, dar-lhes escolhas , como “Será que o coelho vai fazer seguir o caminho ou seguir a raposa na história? ” Se para a criança esse tipo de questionamento ainda é complexo, faça perguntas que ela possa responder com sim e não.
Sempre use reforço positivo para celebrar os sucessos. Uma criança não deve sentir-se como em um teste, a leitura deve ser um momento prazeroso, confortável, envolvente e ativo; e, para isto são necessárias as instruções corretas.
Placas de comunicação podem também ser úteis para uma criança que é não-verbal ou minimamente verbal.
Use variação de entonação e expressão facial ao ler
O uso de expressão durante a leitura melhora a capacidade da criança de compreender melhor a história e responder a perguntas com mais precisão. Entonação flutuante ao longo dos momentos da história e o uso de expressões faciais são excelentes recursos para manter a criança engajada e favorece a compreensão.
Use a experiência de uma criança e crie atividades sobre a história
Relacionando a história a experiência da criança facilita a compreenssão. Por exemplo, ao ler a história de um coelho que pega tudo o que tem na frente dele podemos comparar como as crianças se sentem em uma loja de brinquedos.  “Você já sentiu que queria tudo na loja de brinquedos?” Muitos vão se identificar com isso e discutir!
Visitar uma loja de brinquedos e discutir a história pode ser uma atividade de transição que pode ajudar a criança recordar informações e trabalhar em sequencialmente e habilidades narrativas.
Use livros que tratem sobre a disfunção ou deficiência da criança ou quem sabe crie com ela uma história sobre esta temática!
Vocês têm indicações de livros infantis que expliquem doenças por meio de histórias?? Pode ser muito útil ter algumas referências!!

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Atenção

A  atenção é fundamental para que ocorra a aprendizagem e para o desenvolvimento de outras capacidades como concentração, memória, raciocínio e imaginação. Por isso no AEE devem se desenvolver atividades visando o desenvolvimento dessa área cognitiva.
 Recursos pedagógicos para desenvolver a  habilidade de atenção e coordenação viso motora.







fontehttp://www.pinterest.com/

Ortografia no Paint




Inserindo imagens no Paint é possível se explorar inúmeras atividades relacionadas a  ortografia e  produção de palavras, frases e textos. O Paint é uma excelente ferramenta  pedagógica que pode ser utilizada na Sala de Recursos Multifuncionais, para alunos com deficiência Intelectual, auditiva e visual, (imagens grandes)
imagens para as atividades retiradas do site da http://arasaac.org/

Alinhavo



Nessa atividade o aluno passa o cordão pelos furos do papelão, numa técnica chamada alinhavo, ideal para desenvolver habilidades  na coordenação  viso motora,  coordenação motora fina, atenção e concentração.