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Entendo a teoria Reuven Feuerstein, e o conceito de plasticidade neuronal

A mediação pedagógica, fundamentadas pelas Teorias de Reuven Feuerstein, um psicólogo e teórico que preocupou-se com a sistematização dessa ação mediacional do professor e serve como embasamento do trabalho   desenvolvido junto a alunos com necessidades educacionais especiais na Sala de Recursos Multifuncionais. Plasticidade cerebral é a capacidade de modificação ou reestruturação das estruturas mentais ocorridas através da mediação recebida pelos sentidos do ambiente em que o sujeito se encontra. O conceito de plasticidade neuronal trouxe um grande significado para meu trabalho em Sala de Recursos, onde pude perceber a importância do processo de mediação que é base do trabalho do Atendimento Educacional especializado. Acredito que todo sujeito que receber estímulos por meio de um mediador, pode transcender ou modificar os processos mentais; o que vai mudar de um individuo   para outro é o tempo e a quantidade dos estímulos que necessitará para que essa modificação das es...

Minha opinião sobre a Teoria da Experiência de Aprendizagem Mediada de Feuerstein

A Teoria da Experiência de Aprendizagem Mediada, representada pelo esquema S - H - O - H - R (estímulo, mediador mediado, mediador, resposta), e xplica que a modificação das estruturas mentais, acontece por meio da mediação, onde o professor propicia, explora e estimula os potenciais dos alunos por meio de estratégias utilizando os sentidos a fim de desenvolver suas potencialidades. Essa teoria explica em termos teóricos o trabalho desenvolvido no Atendimento Educacional Especializado, onde a prática pedagógica é baseada na mediação que o professor do AEE realiza junto aos alunos com deficiências. Em termos práticos, consiste numa situação de ensino e aprendizagem caracterizada pela presença de um mediador, no caso o professor, que através dos diversos recursos e estímulos tenta obter uma resposta do sujeito mediado, no caso o aluno.  A mediação da aprendizagem consiste numa situação de aprendizagem onde o professor mediador, serve de elo entre o saber e o aluno, por meio da pro...

Baixa visão e cegueira

Alunos com baixa visão • Atividades da Vida Diária (alimentação, higiene, vestuário) • Uso de ferramentas de comunicação (leitores de tela no computador) • Adaptações em alto relevo. • Produção de textos em formato digital e áudio-livro. • Ensino do uso de recursos ópticos e não ópticos. • Adaptações em tinta. • Estimulação visual. • Ampliação de caracteres. • Produção de materiais em alto contraste visual. Referências Bibliográficas: BRASIL, SEESP MEC. Política de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, 2008.

Avaliação dos alunos da Sala de Recursos

Na avaliação dos alunos da Sala de Recursos apreciamos, entre outros aspectos, os progressos do aluno na organização dos estudos, no tratamento das informações e na participação na vida social. O processo de avaliação desses alunos, deve ser din â mico, contínuo, mapeando o processo de aprendizagem dos alunos em seus avanços, retrocessos, dificuldades e progressos.   Por meio de: registros e anotações diárias do professor, portfólios e demais arquivos de atividades dos alunos, além do diário de classe.   Atendimento Educacional Especializado. Aspectos legais e orientações pedagógicas. Cap. I.

A quem se destina o Atendimento Educacional Especializado

O AEE se destina a alunos com deficiência física, mental, sensorial (visual e pessoas com surdez parcial e total), alunos com transtornos globais de desenvolvimento e com altas habilidades (que constituem o público alvo da Educação Especial) também podem ser   atendidos por esse serviço. Referências Bibliográficas: BRASIL, SEESP MEC. Política de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, 2008.

Alunos com altas habilidades super-dotação

  Promover o desenvolvimento de habilidades e potencialidades nas diferentes áreas do conhecimento. • Atividades de enriquecimento curricular Referências Bibliográficas: BRASIL, SEESP MEC. Política de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, 2008.

Alunos com deficiência auditiva

• Ofertar suportes pedagógicos aos alunos, facilitando-lhes o acesso a todos aos conteúdos curriculares. • Complementar os estudos referentes aos conhecimentos construídos nas classes comuns do ensino regular. • Aprendizagem da língua portuguesa (leitura e escrita) • Aprofundar os estudos relativos a língua portuguesa na modalidade escrita. • Aprendizagem da Língua De Sinais ( Libras) por meio do intérprete de libras.